Simões Filho: Prefeito Dinha e a farra com recursos públicos, produz privilegiados e Marajás…!!!

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Simões Filho: É uma cidade integrante da RMS – Região Meetropolitana de Salvador, desde 2017 está sob uma administração denominada Boa Terra Boa Gente, comandada pelo prefeito reeleito Diógenes Tolentino Oliveira – Dinha – MDB, incorre em um flagrante desrespeito à maioria dos servidores que recebem, na maioria dos casos, um salário mínimo. Entretanto alguns servidores municipais, que recebem salários de “MARAJÁS”, os acúmulos de vantagens, gratificações somados  fazem com que recebam verdadeiros super salários.

Dentro da atual administração, com o loteamento dos cargos entre famílias que ocuparam os principais postos da administração, é flagrante a farra com o dinheiro público, beneficiando de forma direta àqueles que integram  o núcleo de apoio ao prefeito Dinha, porém a maioria dos servidores continuam com salário base, sem gratificações, mesmo no exercício de importantes tarefas dentro da estrutura do serviço público municipal.

OS ESCOLHIDOS, E SEUS SUPERSALÁRIOS

SALÁRIO BASE: R$ 6.000,00

SUPER SALÁRIO

R$ 30.332,23

SALÁRIO BASE: R$ 9.600,00

SUPER SALÁRIO

R$ 35.320,23

REPENSAR SIMÕES FILHO

Prefeito Dinha-MDB, em todas as edições do Programa Pensa Simões Filho, durante toda campanha às eleições 2016, que obteve aprovação dos eleitores, que o conduziu ao primeiro mandato, continha todas as soluções para os problemas de Simões Filho, à época pregava a igualdade de tratamento dentro do funcionalismo público da cidade.

Na prática Dinha, vem privilegiando determinadas famílias, principalmente dos que fazem parte do seu projeto político. Como agora está, mais uma vez confirmado, através das informações, contidas nesta pauta.

Trata-se de uma privilegiada e direcionada ação de distribuição de RENDA e RIQUEZA, trata-se de um acinte, em uma administração que afirma ter equilibrado as finanças do município e, frequentemente, recorrer ao sistema bancário em busca de empréstimos para as obras de infraestrutura, reforma e readequação de espaços públicos.

Como equilibrar as contas, qual papel do Poder Legislativo, que não questiona, ao contrário permanece, aprovando tudo, agindo com conivência aos atos praticados pela administração dita da Boa Terra Boa Gente… 

Os órgãos fiscalizadores agirem e, executarem suas funções de controle sobre os atos da atual administração, respaldado por uma reeleição que teve 55,1% dos votos válidos, não podem continuar administrando a cidade como se houvesse ganho um cheque em branco da população para administrar a cidade sem obdecer as Leis que regulam o exercício das ações do serviço público em todas as suas esferas: Federal, Estadual e Municipal.

Cabe ao mandatário, líder do Executivo explicar, qual critério para remunerar os Coordenadores de Grupo de Trabalho com um salário mínimo e ter em sua folha de pagamento, servidores, escolhidos à dedo com SUPER SALÁRIOS…

Isso é uma Vergonha….!!!!

Marajá é um antigo título feudal hindu que correspondia a uma espécie de governante geral de uma vasta região da antiga Índia, proporcional ao título ocidental de rei. Até a independência daquele país em 1947, existia 565 territórios governados por marajás ou rajás (um título imediatamente inferior ao primeiro) na Índia. No século XVI, quando os navegadores portugueses aportaram na Índia, o refinamento e o luxo da nobreza da região embasbacaram os europeus. Por isso, marajá virou sinônimo de alguém muito rico, poderoso e que usufrui vários privilégios por sua posição. Quase sempre, o marajá também dispunha de uma vida com inúmeras esposas e de plena ociosidade – o que historicamente é discutível, mas não é este o nosso objeto.
Nota do Redação: Os funcionários, aqui citados, são parte do problema. Ambos, não podem ser considerados fantasmas, pois prestam serviços aos munícipes, porém a Equipe Redação Nacional, mantém a crítica diante dos altos valores, em uma administração eleita sobre a perspectiva da mudança.

Fonte: Redação Nacional

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