Simões Filho: Colégio Padre Luís Palmeira, os alunos estão no “colo do capeta” faltam professores sobram violência, sexo

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EDUCAÇÃO: Simões Filho, é uma importante cidade localizada na RMS – Região Metropolitana de Salvador. Desde 2017 é administrada pelo prefeito Diógenes Tolentino Oliveira, eleito pelo MDB, em uma administração, dita, como sendo da Boa Terra Boa Gente.

Ao longo dos ultimo 5 anos, a população convive com duas realidades distintas, entre si, as bem elaboradas peças de marketing, retratam uma cidade plenamente organizada, onde os serviços básicos de Saúde, Educação, Mobilidade Urbana, Moradia e infra estrutura, funcionam em sua plenitude.

Porém, a realidade é totalmente ao contrário do marketing. Muitas são as declarações, nas Redes Sociais, onde moradores afirmam o desejo de mudar-se para a cidade de Simões Filho, retratada no marketing, na propaganda. Este é o cenário atual, de uma gestão que apresentará ao eleitor a candidata da gestão, para reeleição como Dceputada Estadual – Kátia Oliveira, recém filiada ao União Brasil, do ex-prefeito ACM Neto e do Deputado Federal Paulo Azzi.

Repensar é preciso Simões Filho.

REALIDADE: Colégio Georgina Simões

A pouco mais de 10 dias, flagrante do ambiente da Escola Municipal Georgina Simões, localizado no Bairro do CIA, as imagens chocantes de duas alunas brigando, para “delírio” da “galera”, indicando a ausência de monitores, professores, para no inicio da contenda ter evitado que viessem às vias de fatos. Uma clara demonstração de que em toda Rede Municipal o clima é de tensão. 

MARKETING…

DURA REALIDADE: Colégio Municipal Padre Luís Palmeira

Cansadas de reclamarem, exigir, junto á Secretária Municipal de Educação – SEMED, sob comando da Profa. Mariza Pimentel, um grupo de 70 mães, organizaram-se e deram inicio à uma série de representações junto ao Ministério Público do Estado da Bahia – MP-BA, relatando, segundo elas, o verdadeiro caos que vem acontecendo no Colégio Municipal Padre Luís Palmeira. Os relatos são estarrecedores: Cenas de Sexo nas salas de aula, tornaram-se corriqueiros. Os alunos, chegam em casa assustados com o que presenciam, menina com menina, menino com menino, parceiros  considerados héteros os atos são praticados nas áreas comuns, salas de aula…

Em outro ponto da entrevista é informado que em mais de 80% do tempo, os alunos estão ociosos, devido a falta de professores. Para atender o contingente de 1.800 alunos, existe apenas UMA MERENDEIRA, que sobre carregada não consegue atender a demanda antes das 11h… Os alunos ficam com fome. Violência, agressões e a presença de adolescentes que não estão matriculados é o resultado da falta de uniforme, o que dificulta a identificações dos infratores.

Ouçam, na íntegra a entrevista concedida à Romário dos Santos na Rádio WEB seligaê, www.siligae.com, Programa TÔ NA ÁREA, edição do último dia 07.04.22.

ESOLA HERMES DUVAL

População denuncia completo abandono do prédio público, alugado, o imóvel está em completo estado de degradação, servindo, exclusivamente, à tempos como depósito de cadeiras e outros rejeitos, conforme foto encaminhada ao Redação Nacional.

SILÊNCIO –  

A equipe de jornalismo do Redação Nacional, Siligaê, já encaminhou solicitação de entrevista à Secretária  e professora Mariza Bomfim, ao Presidente da Comissão Permanente de Educação da Câmara de Vereadores de Simões Filho – Vereador Orlando de Amadeu e também ao vereador Jackson Bomfim, e até o fechamento desta matéria ainda não havíamos recebido respostas.

Fonte: Redação Nacional, Informe Notícias e www.seligae.com

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